Volume 45, Issue 3 p. 317-329
Research Article

Farming out of place:

Transnational family farmers, flexible farming, and the rupture of rural life in Bahia, Brazil

ANDREW OFSTEHAGE

ANDREW OFSTEHAGE

Department of Development Sociology, Cornell University, 240 Warren Hall 137 Reservoir Avenue, Ithaca, NY, 14853

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First published: 21 August 2018
Citations: 16

ABSTRACT

en

North American soybean farmers have responded to farmland inaccessibility in the US Midwest by purchasing and operating large soybean farms in western Bahia, Brazil. They have turned to “flexible farming” and flexible crops, labor, and land that are commodified, replaceable, and alienated from social and physical relations. Nevertheless, temporalities of farming survive, redefined in terms of progress and backwardness, and new materialities and models of farming emerge. This emergent agrarianism is flexible in terms of fungible means of production and farmer subjectivities that push the boundaries of “family farming.” The detachment and mobility of things and people in global agricultural production disrupts rural life and generates values and practices as farmers engage with the land and make meaning out of transnational farming. [flexibility, work, land, crops, transnationalism, agriculture, Brazil, United States]

Resumo

pt

Produtores de soja norte-americanos respondem à falta de acesso a terras agricultáveis no Meio Oeste americano comprando e operando fazendas de soja no oeste da Bahia, no Brasil. Sua produção é orientada para “agricultura flexível”, e para sementes, trabalho e terra flexíveis, que são mercantilizados, substituíveis e alienados de relações sociais e físicas. No entanto, temporalidades agrícolas sobrevivem e são redefinidas em termos de progresso e atraso, enquanto novas materialidades e modelos de agricultura emergem. Essa nova ruralidade é flexível na medida em que os meios de produção se tornam intercambiáveis e que as subjetividades dos fazendeiros redefinem as fronteiras da agricultura familiar. Quando a produção agrícola se torna global, o descolamento e a mobilidade de coisas e pessoas, numa produção agrícola que se torna global, alteram a vida rural e geram valores e práticas como fazendeiros se envolvem com a terra e produzem sentidos a partir de uma agricultura transnacional. [flexibilidade, trabalho, terra, lavouras, “transnacionalismo”, agricultura, Brasil, Estados Unidos]

Abstracto

es

Debido a la falta de acceso a tierra de cultivo en el Medio Oeste de los Estados Unidos, los agricultores de soja de América del Norte han respondido comprando y operando granjas de soja de gran tamaño en la Bahía oeste de Brasil. Esto ha supuesto el cambio a una “agricultura flexible”, con cultivos flexibles, fuerza de trabajo y tierras mercantilizadas, reemplazables y alienadas de relaciones sociales y físicas. Sin embargo, las temporalidades agrícolas todavía perduran, aunque redefinidas en términos de progreso y retroceso, y emergen nuevas materialidades y modelos de agricultura. Este agrarismo emergente es flexible en términos de sus medios de producción fungibles y las subjetividades de agricultores, que rozan los límites de la “agricultura familiar”. El desapego y movilidad de cosas y personas en la producción global de agricultura interrumpe la vida rural y genera valores y prácticas mientras los agricultores se involucran con la tierra y crean significado a partir de la agricultura transnacional. [flexibilidad, trabajo, tierra, cultivos, transnacionalismo, agricultura, Brasil, Estados Unidos]